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Limão, lavanda, sálvia e musgo de carvalho é a receita do **fougère**, a família que definiu a perfumaria masculina por mais de um século — e este perfume de 2009 a segue quase à risca, com nove notas: limão de Amalfi, bergamota, pimenta e petitgrain na abertura; **sálvia e lavanda** no coração; musgo de carvalho, patchouli da Indonésia e almíscar na base. Nos acordes votados, 'aromático' aparece em 100%, **'cítrico' em 92%**, 'fresco especiado' em 77% e 'herbal' em 68%. Com **1.191 avaliações** e nota 4,05, tem base sólida para leitura. A base de dados não registra o perfumista responsável.
Limão de Amalfi
Bergamota
Pimenta
Petitgrain
Sálvia
Lavanda
Musgo de Carvalho
Patchouli da Indonésia
AlmíscarA abertura é a estrela e explica boa parte do sucesso: o **limão de Amalfi** entra com uma acidez brilhante e ligeiramente doce, bem diferente do limão comum, a bergamota costura com seu lado floral, o petitgrain — destilado das folhas da laranjeira — acrescenta um cítrico verde e amargo, e a pimenta coloca um picante seco que impede o conjunto de ficar açucarado. É uma entrada limpa e imediata. O coração é curto e clássico: a sálvia traz o herbal seco, quase de ervas medicinais, e a lavanda acrescenta o aromático floral que é a assinatura do fougère. A base é onde o perfume ganha seriedade: o **musgo de carvalho** traz verde escuro, terra e um traço mineral, o patchouli da Indonésia acrescenta terroso e o almíscar prolonga e limpa.
Os votos são claros: **verão lidera com 503** e primavera vem quase empatada com 485, somando cerca de 76% da votação sazonal, contra 212 do outono e apenas 102 do inverno. E entre dia e noite, o **dia domina com 548 votos contra 156**, mais de três para um. Traduzindo: trabalho, rotina, academia, fim de semana, dia de calor. É o comportamento típico de um fougère cítrico — a abertura de limão é o que se percebe primeiro e é o que funciona em clima quente. Para jantar ou noite fria existem escolhas melhores, embora a base de musgo e patchouli segure uma noite de clima ameno sem problema.
Os números são medianos, com um detalhe favorável. Na longevidade, **'moderada' lidera com 255 votos**, contra 171 em 'longa duração' e 55 em 'eterno', com 78 nas faixas fracas — cerca de 40% dos 559 votos está na metade superior. Na projeção, 'moderada' lidera com 320 votos, mas **'forte' soma 168 e 'enorme' 53**, contra apenas 85 em 'íntimo' — 35% do total nas faixas altas, número acima do esperado para um cítrico. Traduzindo: projeta bem na primeira metade do uso e depois recua para uma aura próxima. **Três borrifos** são razoáveis, e vale reaplicar à tarde se quiser o cítrico presente.
O limão de Amalfi e o musgo de carvalho são as notas que mais variam entre peles. Em pele quente, o patchouli, o musgo e o almíscar sobem e o conjunto fica mais terroso e mais escuro, com o cítrico evaporando cedo; em pele fria, o limão, a bergamota e o petitgrain permanecem por muito mais tempo e o perfume soa mais brilhante e mais limpo. Vale um alerta de identidade: a mesma casa tem um lançamento de 1997 chamado apenas **Lanvin L'Homme**, assinado por Alberto Morillas, com composição bem diferente — floral amadeirado almiscarado, com néroli, cardamomo, sândalo e baunilha. Nomes muito próximos, perfumes distintos.
Com 1.191 avaliações e nota 4,05, o L'Homme Sport tem 405 votos na faixa mais alta e **584 em 'gosto'** — a faixa intermediária alta lidera com folga, somando cerca de 83% de aprovação. Essa distribuição descreve bem o perfume: agrada quase todo mundo sem gerar paixão. O elogio dominante é o custo-benefício: é uma das entradas mais recomendadas no fougère cítrico, com faixa de preço bem abaixo dos lançamentos de casas de perfumaria fina. O segundo elogio é a limpeza da abertura, com o limão de Amalfi sendo apontado como notavelmente natural e bem trabalhado para a categoria.
As críticas somam 141 votos, cerca de 12% da base, e há apenas 61 neutros. Quatro pontos concentram as ressalvas. O primeiro é a duração: com 255 votos em 'moderada' e 78 nas faixas fracas, muita gente relata perder a abertura cítrica em poucas horas e ficar apenas com o fundo de musgo. O segundo é a familiaridade: limão com lavanda, sálvia e musgo de carvalho é a fórmula do fougère desde o século XIX, e parte do público considera o perfume genérico dentro da categoria. O terceiro é o contraste entre abertura e fundo: quem se apaixona pelo cítrico inicial pode não gostar do que sobra depois, mais terroso e mais escuro. O quarto é a confusão com o lançamento de 1997 da mesma casa, que tem nome quase igual e fórmula diferente. São ressalvas de desempenho e de repertório — a construção, para a faixa de preço, é bem avaliada.
Se o fougère cítrico funcionou para você, vale conhecer o lançamento de 1997 da mesma casa, de perfil bem diferente, além de outros aromáticos com lavanda e musgo de carvalho. E se o que atraiu foi o limão de Amalfi, esse cítrico específico aparece em menos perfumes do que o limão comum e vale procurar pelas composições que o destacam.
O L'Homme Sport é limão de Amalfi e bergamota sobre sálvia, lavanda e musgo de carvalho — o fougère cítrico clássico, limpo e de dia quente, com 83% de aprovação em quase mil e duzentas avaliações. Projeta bem no começo e recua depois. No decant, você mede quanto ele rende na sua pele.
A Perfume Shopping é a primeira e maior loja de decants do Brasil, no mercado desde 2012, com mais de 150 mil clientes atendidos e 250 mil pedidos entregues. Cada decant de L'Homme Sport é fracionado de frasco 100% original Lanvin, adquirido por canais autorizados e manipulado em ambiente controlado para preservar a fragrância exatamente como a marca criou.
Você escolhe o volume de 1 ml a 30 ml, todos com borrifador de alta vedação (exceto a amostra de 1 ml). O decant original é a forma inteligente de viver o L'Homme Sport na própria pele, em diferentes climas e ocasiões, antes de decidir pelo frasco completo.
Moderada lidera com 255 votos, contra 171 em longa duração e 78 nas faixas fracas. Cerca de 40% está na metade superior — a abertura cítrica é a parte que some primeiro.
É a família construída sobre lavanda, cumarina e musgo de carvalho, que definiu a perfumaria masculina desde o século XIX. Aqui a receita aparece com cítricos italianos por cima.
Não. O de 1997, assinado por Alberto Morillas, é floral amadeirado almiscarado, com néroli, cardamomo, sândalo e baunilha. Nomes próximos, composições bem diferentes.
Mais do que o esperado para um cítrico. Forte soma 168 votos e enorme 53 — cerca de 35% do total —, contra apenas 85 em íntimo. A projeção cai na segunda metade do uso.
Calor. Verão com 503 votos e primavera com 485 lideram, contra 212 do outono e apenas 102 do inverno — cerca de 76% da votação está no clima quente.
| Escolha abaixo o volume desejado👇 | 1ml, 2,5ml, 5ml, 8ml, 10ml, 30ml |
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